Grandes frases - I
Grandes Frases March 24th, 2008Há frases que merecem um post por si só. Esta é uma delas:
Toda a gente pensa em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar-se a si mesmo.
- Leo Tolstoy
Na versão que li pela primeira vez, em inglês visto não saber russo, era assim:
Everyone thinks of changing the world, but no one thinks of changing himself.
March 24th, 2008 at 12:31 am
Uma excelente citação. O mundo seria certamente um local melhor se mais pessoas tivessem noção da sua existência.
August 9th, 2008 at 6:12 pm
A escuridão da noite é mais clara,
Que a visão de um cego,
Só a morte é mais negra.
La oscuridad de la noche es más clara,
Lo que la visión de un ciego,
Sólo la muerte es más oscuro.
Le tenebre della notte è chiara,
Ciò che la visione di un cieco,
Solo la morte è più scuro.
L’obscurité de la nuit est plus claire,
Que la vision d’un aveugle,
Seulement la mort est plus sombre.
The darkness of night is clearer,
What the vision of a blind,
Only death is darker.
Die Dunkelheit der Nacht ist klarer,
Was die Vision eines Blinden,
Nur der Tod ist dunkler.
August 11th, 2008 at 2:47 pm
Os leitores de agora,
Não gostam de poetas loucos!
Preferem romances policiais,
Até parece que gostam de polícias,
E não d`amores…
August 13th, 2008 at 9:36 pm
Antes de o ser, já o era, comecei a minha vida literária desde que comecei a frequentar a escola primaria…
August 19th, 2008 at 8:25 pm
A escuridão da noite é mais clara,
Que a visão de um cego,
Só a morte é mais negra.
August 19th, 2008 at 8:26 pm
Eu sou muito jeitoso,
Jeitosinho;
Tenho jeito para tudo,
Até mesmo para te beijar.
August 24th, 2008 at 11:47 am
A mania que exibes,
Não te leva a lado nenhum,
Um dia vai ser tarde demais,
Para te reconhecer…
August 24th, 2008 at 11:49 am
A telepatia nasce,
Quando duas pessoas racionais,
Se encontram pela primeira vez,
Se olham olhos nos olhos e logo,
Logo, existe de imediato uma química,
Que transmite ao coração uma apontada inexplicável,
Apaixonando-se seguidamente.
August 24th, 2008 at 11:50 am
A vida é uma constante,
E corre muito depressa,
Não penses que tens o rei na barriga,
Pois morrerás cedo,
O orgulho e a autoridade lá se vai.
August 24th, 2008 at 11:51 am
A vida é bela enquanto perdura o amor,
Senão deixa de ter sentido.
August 24th, 2008 at 12:17 pm
olivrodacriança@sapo.pt
August 24th, 2008 at 12:18 pm
mariadafonte@sapo.pt
August 24th, 2008 at 12:18 pm
inspiracaodoautor@sapo.pt
August 24th, 2008 at 12:19 pm
casadoslbdapvl@sapo.pt
August 24th, 2008 at 12:21 pm
quelhas@gazetalusofona.ch
August 24th, 2008 at 12:29 pm
Nota: todos os e-mail,s são do hi5, embora o inspiracaodoautor@sapo.pt seja mail principal do autor Quelhas.
Senhor propriétario do blog, se achar por bem, despeje tudo aquilo que eu escrevo neste saite magnifico, é com pena, não se manifestem mais pessoas nele, talvez, com meus comentários, publicidades, frases, poemas e um pouco de história chegue mais longe…
Gostaria que se prenuciasse sobre o tema da MARIA para meu e-mail, inspiracaodoautor@sapo.pt
Um abraço do Quelhas
August 26th, 2008 at 5:45 pm
O homem inventou as linguas para os povos não se entenderem…
in, Espelhos de Lacan, Eduardo da Cunha Junior - Cunha de Leiradella.
August 26th, 2008 at 5:49 pm
…Um dia quando morrer hei-de dar a vez a uma criança nascer…
in, João Carlos Veloso Gonçalves, Inspiração do Compositor, graficamares, p. 01
August 26th, 2008 at 5:53 pm
As crianças são como os rebentos:
Nascem, crescem e permanecem.
Ficam lindos!
Envelhecem e morrem…
in, João Carlos Veloso Gonçalves, O livro da criança, graficamares, p. 14
August 26th, 2008 at 5:54 pm
“O que fizeste com os dãos que te dei por empréstimo?” Não eram teus, eram meus, e tinhas por obrigação colocá-los ao serviço do teu próximo.”
In, Editora Atheneu – António Veloso, Sobreviver sem perder a esperança, Brasil, 1998. p. 14
August 26th, 2008 at 5:58 pm
Na verdade a fantasia é e será sempre das crianças, não importa o tempo em que vive, caso contrário o mundo não teria sentido em dar a vida humana a existência de tempo de ser inocente porque se é criança.
in, João Carlos Veloso Gonçalves, O livro da criança, graficamares, p. 09
August 26th, 2008 at 6:02 pm
Que dizer do conteúdo?!… Não sei. E depois, que importa a minha opinião? Deixemos os pequenos leitores falar. Eles são os grandes mestres, é para eles que o Compositor escreve este livro. E ainda; penso ser de elevada importância deixar que as crianças façam a sua própria leitura, sem antes serem incentivados ou correrem o risco de se deixarem seduzir por umas palavras ditas ou escritas por um outro comentador.
in, João Carlos Veloso Gonçalves, O livro da criança, graficamares, p. 11
August 26th, 2008 at 6:04 pm
Louvo o Autor pela sua coragem e ousadia, pois, não tendo formação literária nem académica, enfrenta com a perspicácia necessária algumas questões importantes e de difícil trato.
Não posso deixar de apontar algumas incorrecções ao nível do Português, nomeadamente de sintaxe e pontuação, mas relevadas pela escolaridade do Autor.
in, João Carlos Veloso Gonçalves, Inspiração do Compositor, graficamares, p. 03
August 26th, 2008 at 6:07 pm
CORRECÇÃO ORTOGRÁFICA
Mais uma vez, é com prazer que teço algumas considerações acerca do autor e do livro.
Direi que se trata de um cidadão preocupado com as “coisas” desta vida e deste nosso concelho em particular. É um cidadão interventivo, humanista, comprometido com a sociedade em que vive.
O “Quelhas” é um homem útil, que muito dá de si. Exemplo disso é a venda do seu primeiro livro – “Inspiração do compositor” faz agora um ano que editou e teve boa aceitação e sucesso.
Quanto ao livro, não farei qualquer apreciação ao seu conteúdo, apenas registo com entusiasmo uma significativa evolução da sua escrita. A isso não será alheio o facto de o Autor ter regressado à escola, para completar o 9º Ano de escolaridade.
Como conterrâneo e amigo, continuo a desejar-lhe as maiores felicidades.
Prof. José Correlo
Professor de Português
(Obrigado “Zé Correlo”, pela vontade e coragem da participação e da correcção dos meus livros, este livro também é teu e dedico-o a ti e família de coração.) “Quelhas”
in, João Carlos Veloso Gonçalves, O livro da criança, graficamares, p. 07